“Um Lugar de Esperança e Vida”

Roupas Novas

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Pr Luciano R. Peterlevitz – Missão Batista Vida Nova, 09.10.2011

Leia Ef 4.17-24

Introdução

Qual é a ‘roupa’ apropriada para o ser humano? O próprio Cristo!

O que é santificação? É preciso entender a santificação em sua essência. Por que normalmente discutem-se coisas que essencialmente não tem haver com santificação (normalmente a santidade é interpretada em termos isolacionistas: ser santo é separar de pessoas ‘impuras’ e tudo o que existe de ‘impuro’ no mundo).

Santificação: o processo pelo qual nos tornamos parecidos com Jesus.  A velha roupagem (velha natureza) vai sendo despida e uma nova roupagem (nova natureza) vai sendo implantada.

A velha roupagem: v.17-20

Os ‘gentios’ estão num estado de corrupção:  ‘pensamentos’ e ‘entendimento’ corrompidos; vivem na ignorância pela ‘dureza do seu coração’; tornaram ‘insensíveis’, por isso, tem o desejo cada vez mais alimentado pela ‘impureza’ (desejos de uma vida devassa).

Nesse estado, o ser humano não é ser humano. É bicho, ou até pior do que os bichos.

‘Insensíveis’ (v.19): incapacidade de sentir dor. A insensibilidade amortece a consciência, e impede que sintamos as dores do pecado.

A insensibilidade faz o ser humano fazer coisas horríveis sem perceber que são horríveis.

A nova roupagem: v.20-24

A nova roupagem começa a ser implantada em nós quando a insensibilização é vencida.

O cristão em processo de santificação pode até pecar. Mas não consegue conviver com o pecado, a não ser que esteja imerso na dureza e insensibilidade dos gentios. Ver 1Jo 1.8-10.

V.20: “Não aprendestes assim a Cristo”. Não é aprender sobre Cristo. É aprender a Cristo. Veja o v.21. Ouvimos dele (Cristo) e fomos instruídos nele. Jesus é o Mestre e o conteúdo do ensino.

V.21-22: a nova roupagem. A nova humanidade recriada à imagem e semelhança de Deus.

Uma imagem da nova roupagem é muito bem descrita em Ef 4.25-5.2. Como cristãos, todos nós estamos sujeitos a esses pecados. Mas o problema é quando nos acostumamos a eles.

Sl 32: exemplo de um homem piedoso que não conseguia conviver com o pecado.

Outra coisa: o ‘despojar’ do velho homem e o ‘revestir-se’ do novo homem é algo já consumado no passado, no momento de nossa conversão. Já temos as roupas novas. Mas o ‘renovar’ a mente é algo que acontece num presente constante. A santidade é o processo pelo qual nos apropriamos diariamente da roupagem que recebemos no momento da conversão.

Você já recebeu as roupas novas. Que tal vesti-las?

Conclusão

A santificação evoca um novo andar: não se trata de ‘andar’ como os gentios (4,17), mas se trata de ‘andar em amor’ (5,2). Ser santo não é ser esquisito. Ser santo é ser como Cristo.

Veja Fl 4.8-9.

Deus tem uma roupa nova para você, superior a todas as marcas e grifes.  Pois essa roupa é o próprio Cristo.